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Pele de grávida: como cuidar da beleza durante a gestação

08 de março, 2019

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Durante a gravidez o corpo recebe a ação de diversos hormônios que impactam não só o aspecto emocional da mulher como também a sua pele. Além das precauções básicas como praticar exercícios físicos moderados, cuidar da alimentação e controlar os níveis de estresse, a gestação pede também uma maior proximidade com o dermatologista, responsável por avaliar, orientar e tratar a pele da grávida que passa por muitas mudanças e pode exigir tratamentos especiais.

Mas, afinal, o que tanto muda na pele das gestantes? Segundo Luciana Maluf, dermatologista e consultora de beleza da Condor, podemos começar a listar as mudanças pelo aumento da pigmentação. “A pele da área dos mamilos, das aréolas mamárias, da região genital, da linha central do abdômen (conhecida como linha nigra), das axilas, da parte interna das coxas e até mesmo do rosto, podem ficar mais escura – e o mesmo vale para as cicatrizes e sardas”, diz a especialista explicando que isso ocorre com cerca de 90% das mulheres grávidas. Em princípio, não há nada com que preocupar: essa pigmentação regride naturalmente com o fim da gestação.

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Outra alteração sentida na pele da grávida é em relação ao aumento do tamanho das pintas naturais do corpo que também podem ficar mais escuras. E isso é normal. “Ao notar qualquer modificação na cor, no crescimento ou aparecimento de uma pinta nova é necessário procurar o dermatologista para fazer uma avaliação dermatoscópica e, se for o caso, encaminhar para o tratamento clínico”, esclarece Luciana.

O surgimento do chamado melasma (manchas em tons de marrom), bastante característico nesse período, podem despontar no rosto e em outras partes do corpo (em geral, a partir do quarto mês de gestação). “O mais importante neste caso é a prevenção. Use um fator de proteção solar de, no mínimo, 20 para o dia a dia, e um fator maior em casos de exposição mais intensa ao sol (praia ou piscina), lembrando sempre de reaplicar o produto. E não esqueça o guarda-sol, o chapéu e os óculos escuros”, alerta a dermatologista.

Agora, se o melasma já existia, os cuidados devem ser intensificados. Além de proteger-se do sol, é preciso trocar a medicação despigmentante por outra mais adequada ao momento.

Redobre os cuidados com a hidratação na gravidez


A gestação pode trazer ainda um ressecamento da pele mais intenso, e a partir do segundo trimestre de gravidez podem surgir também acnes e estrias. De acordo com a especialista, para tratar o primeiro problema, é importante evitar banhos muito quentes e demorados, usar diariamente hidratantes específicos, uma vez que a pele desidratada propicia o aparecimento de lesões de ressecamento – além de favorecer os pruridos (coceiras). E atenção: o hidratante não pode ter ureia na sua composição, lembra.

Já para as espinhas, Luciana indica o uso de produtos tópicos específicos para a pele da gestante. “No consultório, é possível recorrer ao uso de luz de baixa intensidade e frequência, com efeito antibacteriano, diz a dermatologista que explica que para garantir o tratamento adequado e individualizado, o mais indicado é procurar um dermatologista.

Por fim, no caso das temidas estrias, a prevenção começa logo nas primeiras semanas. É importante hidratar a pele diariamente com produtos indicados para gestantes. Mas como a genética também influi, se as estrias aparecerem mesmo com todos os cuidados, nada de pânico, há tratamentos pós-gravidez que ajudam a melhorar o quadro.



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